CUSTO DO ATENDIMENTO SOCIAL EM MATO GROSSO SERÁ MENOR QUE O GASTO COM DESTINAÇÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS

Atualizado: 1 de Fev de 2019

Mato Grosso, assim como outros estados do Brasil, sofre com as consequências da falta de cuidado com o lixo doméstico produzido em larga escala. Muito se falou em coleta seletiva de lixo, porém, até o presente momento menos de 5% dos municípios efetivamente implantaram este método de resgate de riquezas e nenhum município atende de forma integral, a nova Política Nacional de Resíduos Sólidos, que determina o fim dos lixões e aterros sanitários.

Foto: Internet Cachoeira do Prata em Juscimeira/MT

Há de se destacar a importância do cuidado com os resíduos, pois a produção sem consciência de lixo e a

destinação inadequada é a maior fonte de poluição dos rios e seus afluentes, afetando assim a qualidade da água para consumo e em partes dos rios, é impossível o uso para o lazer da população.

Segundo informações publicadas no site do Governo do Estado, em março de 2018, “Mato Grosso possui 22 aterros sanitários em processo de licenciamento na SEMA-MT, 15 estão em análise e 7 em operação no Estado, atendendo 23 Municípios. Destes, dois aterros são particulares, sendo um somente para recebimento de resíduos industriais”, confirmando assim o levantamento de dados realizado pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA) sobre Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) feito em 2015, e demonstrando que até agora a maioria dos Municípios desrespeitam as obrigações impostas pela Lei nº 12.305/10, que entraria em vigor no dia 02 de agosto de 2.014 o que acabou não ocorrendo dada a falta de capacidade administrativa de nossos governantes e também de comprometimento e responsabilidade social.


Mato Grosso está na rota do “LIXO 0 - SOCIAL 10“


Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado

A CESB – Confederação do Elo Social Brasil, atenta as dificuldades e problemas que vem enfrentando o Governo, bem como a burocracia e dificuldades operacionais que ocorrem, em virtude dos sucessivos desastres administrativos dos últimos anos, resolveu investir em um modelo de política social, até então, não enxergado pela iniciativa privada.

O novo modelo consiste em transformar a política social obrigatória pela legislação, em negócio rentável para o mundo empresarial. Para que isto se tornasse possível no Brasil, criou-se o projeto denominado, “Lixo 0 - Social 10”, desenvolvido pelo INER – Instituto Nacional de Logística Reversa, o qual possibilitou ao empresário Jomateleno dos Santos Teixeira desenvolver todo um sistema economicamente viável e seguro, já que, o lixo é um dos melhores negócios em outros países do mundo, não seria diferente aqui no Brasil, que em especial, se enterra de forma ilegal cerca de cento e vinte bilhões de reais em riqueza por ano em lixões a céu aberto.

Com objetivo de dar sustentabilidade ao projeto social, foi desenvolvido o “Sistema INER de Resíduos Sólidos”’, uma estrutura composta de usinas primárias do Modelo CTT (Centros de Triagem e Transbordo) e usinas do tipo CTF (Centros de Transformação Final), atrelado a este sistema criou-se também as COOPERINERs (Cooperativas de Trabalho) com uma visão também empresarial e totalmente diferenciada dada a logística que foi empregada.

Um projeto visionário onde a implantação das Federações do Elo Social em cada estado e suas Seccionais e Regionais, trarão para esta estrutura toda a problemática social que passa assim a ter um tratamento diferenciado do utilizado atualmente, atuando única e exclusivamente no problema e não na sua prevenção, cumprindo a legislação e cuidando da sociedade.

Imagem Ilustrativa dos Prédios Sociais

“Nós não somos uma empresa que montou uma instituição e sim uma instituição que montou uma empresa para trazer a solução dos resíduos sólidos para o Brasil alavancar o setor de empregos, acabar com a exploração dos catadores de lixo mantida pelo sistema escravo das falsas cooperativas, gerar renda e dignidade aos menos favorecidos, gerar renda a empresários em busca de novos negócios e com isto qualificar as pessoas que vivem do lixo” explica Teixeira. Os prédios regionais do Elo Social possuem a capacidade de atender socialmente até 200 (duzentas) famílias por dia, com Advogados, Assistentes Sociais, Delegados Sociais e Psicólogos entre outros profissionais, e de ministrar 720 (setecentos e vinte) cursos vivenciais por mês, através dos quais se pretende valorizar a instituição familiar e com isto combater os problemas que afligem a população brasileira de forma preventiva, já que o estado não atua na prevenção e só chega depois do fato.

Prevê, a CESB – Confederação do Elo Social Brasil que os custos de implantação e manutenção do projeto em sua apuração final, entre Diretores Executivos Estaduais, Seccionais, Regionais bem como dos Assistentes Administrativos, mais encargos, mais benefícios e obrigações trabalhistas dos funcionários sejam de R$ 3.031.724,38 (três bilhões, trinta e um milhões, setecentos e vinte e quatro reais e trinta e oito centavos) e geração de mais de 350 empregos diretos.


Por: Cleiri Maria Sousa

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